Atores da série global, AMAZÔNIA se surpreenderam com a devastação da floresta, ao gravarem cenas no Acre. Resolveram criar uma carta aberta e levá-la até o presidente do país. Vale a pena assinar e colaborar. Não é sempre que a gente vê isso...
É isso que dá quando o governo brasileiro acha que só ele é esperto no mundo! Acha que taxando produtos importados em cascata como os que estão submetidos o iPod e outros eletrônicos, vai impedir que eles cheguem ao país, desequilibrando a balança comercial. É, pode ser que nas contas oficiais não haja esse desequilíbrio, mas se contabilizarmos o contrabando... principalmente em produtos sem similares nacionais, como acontece neste caso.
Não seria mais fácil se os impostos se mantivessem em níveis decentes. Assim ganhavam os consumidores, que poderiam comprar os seus importados a um preço menor e ganharia o governo e arrecadação.
Será que é tão difícil?????????
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O Brasil é o lugar mais caro para comprar um iPod Nano de 2GB. O tocador portátil da Apple custa por aqui U$ 327.71, cerca de 100 dólares mais caro que na Índia, o segundo país mais caro para se adquirir o aparelho. Os dados são do banco Commonwealth Bank, um dos maiores da Austrália, que fez a comparação em 26 países.
O banco apontou também os países onde é possível obter o iPod Nano pelos menores preços. No Canadá, o aparelho custa US$ 144.20 e em Hong Kong, US$ 147.35. Nos Estados Unidos custa US$ 149.00.
Ele levantou os olhos do livro que tinha nas mãos avistando-a. E ela entrou: linda! Cabelos longos e castanhos, pele branquinha, olhos azul-caribe, vestidinho florido, sandália baixa e aquele cheirinho da pele dela. Ele abraça-a forte. Sente o cheiro que vem do cangote dela. Como era gostoso aquele cheiro. Não era perfume, era odor de banho tomado, de pele limpa, de amor que transborda, sei lá!
Ele aperta-a forte e, baixinho, espremido lá do fundo, diz: como você está linda! Ela apenas responde- obrigada!- meio encabulada. Seus lábios se tocam vagarosamente. O abraço é longo, parece que não tem fim. A força não dá sinais que irá abandonar aqueles braços logo e mantém constante a pressão dos corpos.
Ele: quer dançar? Ela: mas agora? Aqui? Em público? Ele: o que é que tem? Ela: a gente não tem nem música! Ele: e dai? você consegue?
Ele propõem que ela imagine a música favorita deles. "Feche os olhos", ele diz. Ela fecha e começa a imaginar, dá os primeiros passos quando sente o fone de ouvido que ele coloca em uma orelha dela. O outro vai no ouvido dele. A música é aquela mesma que ela já tinha começado a imaginar. Um forrózinho gostoso! Eles dançam coladinhos e ritmados, enquanto todos olham e dizem: olha só que casal maluco!
Parece uma imagem gerada por computador, mas não é. Trata-se na verdade de uma imagem registrada pelo telescópeo espacial HUBBLE, logo no primeiro ano de seu funcionamento, em 1990. A imagem de impressionante beleza, ocorreu quando a onda de choque da supernova 1987A (supernovas são estrelas de grandeza muito maior que a do sol e que explodiram, espalhando sua matéria pelo espaço), que explodiu 3 anos antes, atingiu uma onda de gases preexistente. A partir dai, regiões quentes emitiram um brilho intenso.
A beleza da imagem é algo realmente incrível. A natureza é capaz de criar coisas que nem se quer imaginamos (desculpem-me pelo pensamente clichê)
São Paulo pegando fogo, o PCC atacando... o Hizbollah atirando... Israel revidando... e eu aqui, estudando circo...
A FELICIDADE
E lá dentro a felicidade. Os palhaços. Em cima do cavalo em disparada, a moça de saia curta e uma laço grande nos cabelos, que dá saltos, anda de costa, fica na palma da mão e fura os arcos de papel sem cair. A moça sublime, neta de Rosita de la Plata. Depois os dois irmãos mais célebres do trapézio O equilibrista. O malabarista. O homem sapo. A menina de cara triste que caminha no arame com um chapéu de sol japonês. Os cachorros ensinados. E por fim a pantomima. Ninguém entende a pantomima, mas é tão engraçada! A felicidade. A felicidade..., Durou quase três horas ...
Se tem uma coisa que não dá para entender racionalmente (além da questão palestina, é claro!) é a maneira como pensam os grupos de defesa dos afro-descendentes no Brasil. Pela forma como eles agem, até parece que eles não querem a tão sonhada igualdade entre raças. No lugar disso, talvez eles prefiram a discriminação, o apartheid. Explico. Sem nem tocar no ninho de vespas que são os temas das cotas universitárias e do estatuto da Igualdade Racial, pude ler hoje na Folha, que uma militante pró-defesa da igualdade racial, reclamou ao governador Cláudio Lembo que os cartórios não estão registrando a cor das crianças nas certidões de nascimento (recomendo que leiam a reportagem, clicando em http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u124707.shtml).
Ou seja, é a coisa mais paradoxal do mundo! Uma militante que "supostamente" defende a igualdade racial está exigindo que se discrimine a cor de uma pessoa em um documento oficial. Segundo ela, seu temor é que sem estatísticas confiáveis do número de afro-descendentes, o governo não terá como estabelecer políticas de inclusão social. Ok, acontece que a justificativa dela é totalmente improcedente, pois esse dado é levantado de maneira muito mais democrática durante os censos populacionais. Neste caso, é a própria pessoa que se classifica quanto à cor da sua pele e não outra pessoa que arbitrariamente define essa característica, de maneira que ela tenha que ser reproduzida dai em diante em todos os documentos que a pessoa portar futuramente. Sabe o que isso parece? Parece mais a discriminação dos nazistas com os judeus durante a Segunda Guerra Mundial, onde eles tinham que portar documentos que atestavam que eram judeus.
Sinceramente, eu não quero isso para o meu país. Não quero que as pessoas sejam obrigadas a serem classificadas como negras, mulatas, asiáticas, indígenas, azuis, verdes ou qualquer outra coisa. Somos todos brasileiros e acima de tudo, seres humanos. Quanto à pergunta de Edenilza sobre se "por acaso as crianças nascem incolor", creio que a resposta seja: depende do olho de quem vê.